As ideias apresentadas neste blog são meramente indicativas e não terapêuticas.
Cabe portanto, aos pais, a procura de ajuda especializada e adequada.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Todas as crianças precisam de um professor(a) campeã(o)!!

Birras para que te quero

A partir dos 2 anos aparecem as Birras nas crianças.

A Birra é uma resposta emocional intensa da criança para conseguir o que quer, quando elas gritam, comunicam uma necessidade.

Assistimos no supermercado a crianças que se atiram para o chão quando os pais não lhes dão o que elas querem e os pais cedem ,dando  o brinquedo o mais rápido possível para que a criança termine com aquele comportamento. Mas afinal, o que acontece é que a criança fica a perceber que a Birra funciona.
Mas nós os pais sabemos que esta não é a melhor maneira de conseguir algo. Mas explicar à criança é o grande desafio que se coloca aos pais, bem como, o de ultrapassar essa situação.
Para ultrapassar essa situação não devemos entrar no jogo da criança, não devemos ceder.

O que podemos fazer?

Devemos manter a calma, olhar nos olhos da criança e explicar que não estamos a compreender o que ela quer, porque aos gritos não conseguimos perceber o que a criança quer e dizer-lhe que só quando se acalmar pode falar com os pais.
Se ela continuar com a Birra, devemos interromper aquele momento (supermercado,etc..) e regressar a casa.
Se nos comportarmos assim os nossos filhos vão aprender a comunicar e ser compreendidos.
Quando a criança souber parar para falar, devemos valorizar esse momento, podemos dar um abraço, podemos dizer que agora já percebi o que quer.
Eu não levava os meus filhos ao supermercado, pois sabia que o supermercado estava estruturado para ser atraente para as crianças, afinal são elas que acabam por colocar mais coisas no carrinho que os próprios pais.
Devemos ensinar que tudo tem limites e que quando sabemos isso , abre-nos  caminho para um convívio saudável com os outros e para uma boa integração na sociedade. As regras são fundamentais.




segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Dormindo no quarto dos pais

Quando o bebé nasce, os pais, com frequência, levam-no para o seu quarto, com a finalidade de facilitar o exercício da nova função: serem pais. As amamentações noturnas, o sono interrompido, o choro, fazem com que até aos quatro meses a sua presença no quarto seja bastante compreensível, pois o bebé precisa de cuidados mais intensos.
Por volta dos quatro meses torna-se necessária uma separação física, que o bebé, tenha o seu berço transferido para um outro quarto, com a finalidade de ter o seu próprio ambiente.
Muitos pais resistem à ideia de não manter os seus filhos ao seu lado durante a noite.
Não é benéfica para nenhuma das partes a manutenção dessa situação inicial. Cria-se uma dependência na criança que só se sentirá segura se acompanhada pela figura protetora dos pais e apresentará dificuldade em estar isolada deles em diferentes ambientes.
O bebé necessita estabelecer um ritmo de sono adequado no seu próprio quarto. Após os quatro meses, dormir sem a presença dos pais torna-se mais tranquilo, pois ele não será tão frequentemente incomodado pelas observações constantes que os pais fazem acendendo os candeeiros para controlar o sono do bebé, oferecendo a amamentação sem que o bebé manifeste desejo de se alimentar, acordando-o para trocá-lo sem que ele demonstre estar incomodado com a fralda molhada, entre outras coisas. Se o bebé realmente necessitar, os pais podem ter certeza que serão acordados ao ouvir o seu choro no outro quarto.
Quando a criança é acostumada a dormir no quarto sozinha, é facilitado o rompimento da sua dependência emocional, desenvolvendo o conceito de estar segura mesmo longe dos pais. Quando houver a necessidade dos pais se ausentarem, por algum motivo, a criança terá mais facilidade de se adaptar à situação de estar distante, momentaneamente dos mesmos, percebendo que nada de mau lhe acontece durante a ausência deles.
Sei que não é tarefa fácil, pois é mais cómodo para os pais dar o leite, ao mudar a fralda com a criança ali ao lado. Mas acreditem que tanto os pais como a criança serão beneficiados.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

As Crianças Aprendem o que Vivem

Se uma criança vive na crítica
                              Aprende a Condenar.
Se uma criança vive na hostilidade
                              Aprende a Guerrear.
Se uma criança vive no ridículo
                              Aprende a ser Tímida.
Se uma criança vive na vergonha
                              Aprende a sentir-se Culpada.
Se uma criança vive na tolerância
                              Aprende a ser Paciente.
Se uma criança vive com encorajamento
                              Aprende a ser Confiante.
Se uma criança vive com aplauso
                              Aprende a Valorizar.
Se uma criança vive na equidade
                              Aprende a ser Justa.
Se uma criança vive na segurança
                              Aprende a ter Fé.
Se uma criança vive na aprovação
                              Aprende a Apreciar-se.
Se uma criança vive na honestidade
                              Aprende a Verdade.
Se uma criança vive na aceitação e na amizade
                              Aprende a encontrar amor no Mundo.

Importância dos Contos


Para além de entreterem, os contos e os desenhos animados também educam num certo sentido. As histórias que apresentam permitem ás crianças compreender algumas realidades, aprender o porquê dos comportamentos humanos e as suas consequências. As fábulas e histórias vão transmitindo de modo subtil muitos valores.
  • Pinóquio: o boneco de madeira a quem crescia o nariz de cada vez que mentia e que se transforma num menino de verdade devido ao amor do pai. Não ouve a voz da sua consciência, o Grilo Falante, e aprende uma amarga lição ao experimentar as consequências nefastas do seu comportamento irresponsável.
  • O Rei Leão:numa das cenas , o filho põe em risco a vida quando desobedece ao pai, que o repreende com firmeza e autoridade mas com carinho.Ensina-lhe as consequências que poderiam ter surgido do seu comportamento e confessa que teve medo de o perder. O pai vítima d uma trama tecida pelo seu próprio irmão para ficar com o poder. A culpabilidade do jovem leão irmão fá-lo abandonar a família e fugir à responsabilidade.
  • A Dama e o Vagabundo:a relação entre dois cães procedentes de ambientes muito diferentes(de um bairro marginal e da casa abastada de uma família da classe média-alta da cidade).O vagabundo mostra o quanto vale, reenduca-se, assenta e , por fim, integra-se no lar da dama.
É interessante observar o papel que os pais desempenham na história:estão presentes ou ausentes, como é a relação com o filho, que resultados obtêm as personagens com as suas diferentes maneiras de agir, etc.
Os contos mostram-nos como enfrentar os conflitos, a melhor maneira para resolver injustiças, quem são os «bons» e os «maus» da história. Nós os pais, depois de vermos o filme com os nossos filhos, devemos aproveitar para conversar com eles acerca do conteúdo e fazer uma reflexão sobre a história. Ver filmes com os nossos filhos e poder comentá-los permite-nos «acabá-los». Podemos ajustar as suas mensagens, delimitar o seu dramatismos, aproximá-las da nossa realidade.